A 13 de agosto de 2016 a Douro Generation e a Rede de Aldeias Vinhateiras do Douro apoiaram a realização do workshop “Gravura não tóxica”, com Fernando Santiago e Ismari Caraballo (Porto Rico), em Alijó, no âmbito da 8ª Bienal do Douro.

Esta iniciativa foi cofinanciada pelo Norte 2020 no âmbito do projeto “Douro em Movimento, Aldeias com Vida”.

Fernando Santiago
Formação:
1975 Licenciatura em Educação Artística; Interamerican University of Puerto Rico San German Campus.
1980 Mestrado em Educação Artística, Universidade de São Francisco, Califórnia.
1987 Curso de Litografia, International Summer Academy, Salzburg, Áustria.
2002 Curso de Gravura não tóxica, Programa de Pós-Graduação, Interamerican University of Puerto Rico, Professores: Consuelo Gotay e Haydeé Landing.

Experiência Profissional:
1979 – Professor de Artes Gráficas, Departamento de Belas Artes, Interamerican University of Puerto Rico, San German Campus;
2001-2004 Diretor do Programa de Arte do Deparmanento de Belas Artes , Interamerican University of Puerto Rico, San Campus alemão.

Alicerçada na mais antiga região vinícola demarcada do mundo – o Douro, região laureada por dois patrimónios da humanidade atribuídos pela UNESCO e mundialmente reconhecidos quer pela sua paisagem vinhateira, quer pelo património arqueológico do vale do côa (o maior santuário de gravura paleolítica do mundo), o Douro é palco também na contemporaneidade, de um dos maiores eventos de arte gráfica do mundo, reunindo assim dentro de si, uma força e dimensão que ultrapassa as fronteiras do país e se projecta para horizontes infinitos.

Perseguindo este propósito e ambição alcançada, a Bienal do Douro tem vencido os desafios da interioridade, da crise económica, da crise cultural, da própria crise da gravura e tem sabido manter vivos os pressupostos da arte e a autonomia da gravura no contexto da arte contemporânea. Para tal, muito têm contribuído os tributos da gravura tradicional e suas alquimias seculares, mas não menos importantes, das renovadas tendências da gravura digital e dos novos media ao seu dispor, no sentido de lhe conferir a autonomia que ela necessita para subsistir. O campo aberto à gravura pelas novas linguagens híbridas e técnicas não tóxicas, têm projectado o seu impacto de uma forma inovadora e com a vitalidade há muito desejada nos seus domínios.

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